Fusca - Parte 3

Com o sucesso do Fusca, ele começou a ser importado para diversos países, chegando no Brasil em 1950, no dia 11 de setembro, no porto de Santos.

A primeira empresa responsável pela montagem do Fusca no país foi a Brasmotor (mais conhecida hoje como Brastemp).

Em 1953 a Volkswagen monta uma fábrica no bairro do Ipiranga em São Paulo e assume a produção do Fusca, que já começou a ser produzido com a janela traseira sem repartição, ainda com forma oval. Em novembro de 1957 estavam prontas suas instalações no município paulista de São Bernardo do Campo

Em 1959 o Fusca tinha 54% das suas peças nacionalizadas, entre outras novidades como as novas cores disponíveis de acabamento interno do veículo. A janela traseira ficou maior e passou a ser retangular nessa nova versão.

Em 1972, o Volkswagen alcançou a marca de 15 milhões de modelos produzidos, superando o Ford T.

Só na Alemanha haviam cinco fábricas produzindo o Fusca: Wolfsburg, Hannover, Kassel, Braunschweig e Emden. Com a chegada de novos concorrentes, a marca já vinha considerando a introdução de novos modelos.

O fusca deixou de ser fabricado em sua fábrica matriz (Wolfsburg) e quatro anos mais tarde, a última fábrica da Volkswagen na Alemanha (Edmen), deixa de produzir o modelo. Para atender a grande demanda europeia, restava a fábrica na Bélgica.

No Brasil, entre 59 e 86, a primeira fase de sua produção foi encerrada, a Volkswagen vendeu 3,1 milhões de exemplares do Fusca brasileiro. De 93 a 96, quando a fabricação do chamado “Fusca Itamar” foi retomada, saíram do ABC paulista outros 47.000 exemplares do modelo. Em 1996, o Fusca parou de ser produzido. Neste último ano ele ganhou uma versão exclusiva de despedida. A versão tinha o nome de “Série Ouro”.

Depois desse ano, o único país que continuou produzindo o Fusca, foi o México, que só parou em 2003. O último Fusca produzido no México, foi enviado para o museu em Wolfsburg.



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